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ABERT elege novo presidente

Foto: DivulgaçãoEm reunião nesta terça-feira (30/08), o Conselho Superior da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão elegeu, por unanimidade, o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, para a presidência da ABERT no biênio 2016-2018.

Tonet substitui Daniel Pimentel Slaviero, diretor-geral do SBT em Brasília, que comandou a ABERT por dois mandatos consecutivos, entre 2012 e 2016.

Para a vice-presidência, foi eleita a radiodifusora Marise Westphal Hartke, que presidiu o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina (SERT/SC).

A ABERT, que em 2016 completa 54 anos, representa 3,6 mil emissoras privadas de rádio e televisão.

Entre as metas de sua gestão, Tonet aponta a flexibilização permanente da transmissão do programa A Voz do Brasil, a finalização do processo de migração do rádio AM para o FM, a conclusão do desligamento da TV analógica no país e a valorização da radiodifusão na Era Digital.

“Evoluímos da válvula ao transistor e agora damos um novo salto para a era digital. A inovação tecnológica nunca nos ameaçou, mas sim, nos proporcionou maior e melhor cobertura e qualidade, pois a tecnologia será sempre plataforma, e a base da radiodifusão será sempre o conteúdo que produz. Tecnologia sem conteúdo de qualidade, feito com responsabilidade e isenção, não passa de um cano vazio que não saciará a sede de ninguém”, afirmou.

Carreira – Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais e pós-graduado em Direito Público, Paulo Tonet Camargo começou a vida profissional como advogado em Porto Alegre, em 1982, e, em 1986, ingressou no Ministério Público do Rio Grande de Sul, onde atuou como promotor, procurador de Justiça e subprocurador-geral de Justiça do Estado. Presidiu a Associação do Ministério Público do Rio Grande do Sul.

No Ministério da Justiça, foi presidente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária e diretor do Departamento Penitenciário Nacional, de 1995 a 1997. Em 1998, ingressou no Grupo RBS, onde foi diretor-geral em Brasília e vice-presidente jurídico e institucional.

Em 2011, desligou-se da RBS para assumir o cargo de vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo. É ainda diretor do Comitê de Relações Governamentais da Associação Nacional de Jornais – ANJ e membro do Conselho Superior da ABERT e do CONAR e do Conselho Diretivo da AIR – Associação Internacional de Radiodifusão, entidade da qual já foi vice-presidente e que representa 17 mil emissoras de rádio e televisão nas Américas, Ásia e Europa.

Fonte: ABERT

 

Sexta-Feira, 05 de Agosto de 2016 @ 13:10

Rede Paraibana de Notícias será inaugurada com cinco rádios na Paraíba

João Pessoa – Capital paraibana também terá estreia de emissora FM
 
O mercado de rádio da Paraíba se prepara para a estreia de uma rede de rádios voltada ao jornalismo. A Rede Paraibana de Notícias (RPN) será inaugurada na próxima segunda-feira (8) e terá cinco rádios próprias e afiliadas que irão cobrir 100% do estado. Já na terça-feira, haverá a estreia da RPN FM 89.3 de João Pessoa, emissora que servirá como uma espécie de “cabeça de rede”. O lançamento será realizado no Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções de João Pessoa, às 19h30.
 
Segundo informações do site WSCom, o grupo chega com o conceito moderno na área de comunicação e trará em sua estrutura o que há de mais avançado em tecnologia. Nessa primeira fase será inaugurada a rádio de João Pessoa com a frequência 89.3 FM, que vai ao ar no dia seguinte ao lançamento (9), às 6h da manhã. Posteriormente serão inauguradas as emissoras do interior, iniciando pela cidade de Campina Grande.
 
A programação da rádio contará com nomes como Ruy Dantas, Alessandra Torres, Antônio Malvino e Lenilson Guedes. “Trouxemos para nossa equipe profissionais de renome e de peso para o rádio paraibano”, explica Alessandra Torres, diretora executiva do grupo. De acordo com a diretora, o grupo foi constituído com o DNA da inovação e terá como premissa o conceito do consumo colaborativo, que tem marcado as relações no século 21. “Nossa equipe de âncoras será auxiliada a todo momento por comentaristas colaborativos que analisarão de pontos de vistas diversos as notícias do cotidiano”, explica Alessandra.
 
De acordo com a diretora, a rádio terá um conceito “All News”, ou seja, conteúdo composto apenas por material jornalístico, e também disponibilizará suas notícias em diversos formatos para permitir que os ouvintes possam acessá-las a qualquer hora. “Nem sempre temos tempo de ouvir nossos programas prediletos no mesmo horário todos os dias, por isso, daremos a opção aos ouvintes de terem acesso ao conteúdo por meio de plataformas como podcasts, por exemplo”, afirma.
 
Na segunda fase será lançado o portal de notícias e um modelo de televisão inovador para o estado da Paraíba. “Somos um grupo vanguardista. Traremos à Paraíba o que há de mais atual em comunicação”, diz a diretora.
 
O grupo tem sede própria que está localizada na Rua Jornalista Marcia Mendes, 14, no bairro Mangabeira, nas imediações do Mangabeira Shopping. “Escolhemos o local por ser o bairro que terá maior expansão nos próximos anos em João Pessoa. Além disso, Marcia Mendes teve grande representatividade no jornalismo brasileiro, foi a primeira mulher a apresentar o Jornal Nacional quebrando o machismo que imperava na comunicação”, explica Alessandra.
 
Dentro do espírito colaborativo o grupo já chega entregando um presente para o Estado. Durante seu evento de lançamento, os presentes terão a oportunidade de acompanhar uma palestra com o presidente da Caixa Econômica, Gilberto Occhi, que irá discorrer sobre como será o acesso dos brasileiros as novas linhas de crédito da gestão do governo Michel Temer. Além dele, a presidente do Magazine Luiza, Luiza Trajano, nos prestigiará com a palestra “Saídas para o varejo em tempos de crise”.
 
O evento também contará com a presença de autoridades como o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, o presidente da Câmara dos Vereadores de João Pessoa, Durval Ferreira entre outras autoridades paraibanas.
 
Colaboração de Fabiano Formiga e José do Rádio

 

 

Mensagem de Ano Novo do presidente da CRI, Wang Gengnian 
  2016-01-01 20:20:37  cri


 

Pela chegada do ano de 2016, o presidente da Rádio Internacional da China (CRI), Wang Gengnian, enviou, em nome de toda a equipe da CRI, votos de felicidade a todos os ouvintes e internautas. Eis as palavras do senhor Wang Gengnian:

Caros amigos,

Feliz Ano Novo!

Tocou o sino de 2016. Neste momento de alegria, gostaria de lhes enviar aqui de Beijing, em nome da Rádio Internacional da China e da China International Broadcasting Network (CIBN), nossos sinceros cumprimentos e votos de felicidade. Que a paz e alegria sejam presentes na vida de todos sempre!

O ano de 2015 foi marcante tanto para o mundo quanto para a China. Foi o ano dos 70 anos da vitória da Guerra Mundial contra o Fascismo e da fundação da Organização das Nações Unidas (ONU). Diversos países comemoraram de diferentes formas reassaltando as lembranças e fazendo novas reflexões. O mundo se uniu para enfrentar as mudanças climáticas. 2015 também foi um ano importante para a continuidade do processo de revitalização da nação chinesa. A 5ª sessão plenária do 18º Comitê Central do Partido Comunista da China traçou um novo projeto de desenvolvimento socioeconômico do país para os próximos cinco anos, transmitindo ao mundo a "confiança chinesa".

No ano passado, o mundo se uniu e deu um passo decisivo para a construção de uma comunidade de destino de toda a humanidade. Apesar das divergências e conflitos, a paz, o desenvolvimento e a cooperação são as atuais prioridades e também o apelo dos povos de diferentes países. Como disse o espanhol Juan Diez em email: "O mundo necessita de paz. Sem ela, o ser humano e seus êxitos serão destruídos. O diálogo e as cooperações favorecem a paz e o desenvolvimento do mundo, enquanto os conflitos só trazem danos." Acreditamos que a comunicação vai aumentar o conhecimento mútuo e os intercâmbios fortalecerão os laços de amizade. Em 2015, continuamos firmes no conceito de "Posição da China, Vista do Mundo e Alma da Humanidade" para compartilhar com nossos amigos, as novidades e histórias ocorridas pelo mundo. Tendo como base a intenção de incrementar os conhecimentos e a amizade entre o povo chinês e os povos de outros países e regiões, realizamos campanhas interativas de grande repercussão como "Olá, China", "Concerto de Amizade China-ASEAN", "Descoberta da Beleza da Ásia – Procura do Sonho ao longo da Rota da Seda", "China aos Meus Olhos" e "Os Produtos Chineses ao Meu Lado", a fim de permitir aos nossos amigos a conhecer de perto uma China real e em progresso. O internauta indiano Suresh que esteve na China nos disse: "Os esforços empenhados pela CRI na área de comunicação vão contribuir para a solução de divergências entre diferentes culturas e grupos, e tornar realidade o sonho de Uma Família Só no Mundo. Isto é não apenas o meu desejo, mas também a minha convicção."

Caros amigos, é através da sua companhia, atenção e perspectivas que o nosso trabalho faz mais sentido. Em 2015, recebemos cartas, emails, comentários e interações nas redes sociais de 161 países e regiões. O número de fãs nas contas públicas em redes sociais somou 56,363 milhões. Todos os fãs são nossos amigos, e cada "curtida" demonstra a expectativa de vocês em relação a nós. Gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a todos vocês com toda a sinceridade!

Há um dito chinês que diz: "A persistência resulta na eternidade." Seja quais formas forem os meios de comunicação, persistimos sempre no princípio de "Apresentar a China ao Mundo, Apresentar o Mundo à China, Reportar o Mundo ao Mundo". No ano novo, levaremos a todos vocês informações da melhor qualidade e mais oportunidades, e tornaremos ainda melhor nossa comunicação e interação com vocês, ouvintes e internautas!

Para finalizar, gostaria de reafirmar a todos os meus votos de felicidade. Obrigado!

Tradução: Inês Zhu

Revisão: Denise Melo

 

Brasileiro apaixonado pelas ondas curtas é conhecido entre colegas como Mr. VOA

Segunda-feira, 14 de dezembro de 2015 - 02h21

José Moura
José Moura, Co-produtor e apresentador do programa Encontro DX - Foto: arquivo pessoal

José Moura, de 59 anos, é dexista, co-produtor e apresentador do programa Encontro DX, o mais antigo programa de rádio dedicado ao mundo das ondas curtas no Brasil. O programa pode ser ouvido pela internet através do site www.a12.com

Moura começou a escutar as emissões diurnas e nocturnas do Serviço Brasileiro da Voz da América por volta de 1968.

"Eram muitas horas de transmissão. Uma equipe fantástica do Serviço Brasileiro. E a gente se acostumou a ouvir a Voz da América".

E foi assim que começou uma bela história de amor entre o radialista, os Estados Unidos e a VOA.

A Voz da América teve uma influência grande na vida de Moura. Ele já visitou os Estados Unidos três vezes, sendo que da última vez morou aqui quatro anos.

"Na verdade foi a realização de um sonho ter o privilégio de viver nesse país tão desenvolvido," comentou.

Durante a estada nos E.U.A teve a oportunidade de visitar o Serviço Brasileiro várias vezes. Guarda muitas lembranças dessa época.

"Eu tenho uma coleção de cartãozinhos aí do prédio guardados aqui comigo. Seguramente, visitei a Voz da América mais de 10 vezes".

A paixão pelo rádio fez com que Moura se tornasse um profissional do ramo. Há dois anos ele fez um curso de locução de rádio e se formou em radialismo.

O jornalista brasileiro Valter Aguiar foi quem deu a alcunha de Mr. VOA a Moura por ele saber tudo sobre a Voz da América.

Confira a entrevista na íntegra.
http://av.voanews.com/clips/VPO/2015/12/11/40b054df-eb57-4999-bdc9-84a7575a9ed3.mp3?download=1

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Cambio de hora, cambio de frecuencias en REE

·     Desde el domingo 25 de octubre

02.10.2015 | actualización 16h14

RTVE.es

 

REERadio Exterior de España emite su programación desde las 19 hasta las 23 horas, Tiempo Universal Coordinado, de lunes a viernes. Las frecuencias de emisión y las zonas de cobertura son las siguientes:

 

África y Atlántico sur, 11.530 Khz, banda de 25 metros.

América del sur, 15.390 Khz, banda de 19 metros.

América del norte, 9.690 Khz, banda de 31 metros.

Oriente Medio e Índico, 15.500 Khz, banda de 19 metros.

 

Y los sábados y domingos:

África y Atlántico sur, 17.755 Khz, banda de 16 metros (de 15 a 19 horas), y 11.530 Khz., banda de 25 metros (de 19 a  23 horas).

América del sur, 15.390 Khz, banda de 19 metros (de 15 a 23 horas).

América del norte, 9.690 Khz, banda de 31 metros (de 15 a 23 horas).

Oriente Medio e Índico, 15.500 Khz, banda de 19 metros (de 15 a 23 horas).

 

 

Radio Exterior de España se puede seguir a través de la radio satelital en todos los puntos del planeta las 24 horas del día ininterrumpidamente. Estos son los satélites:

·         Astra 1M: frecuencia 11.626,5 MHz. Polarización vertical.

·         Hispasat 1 E: frecuencia 12.015 Mhz. Polarización vertical.

·         Asiasat 5: frecuencia 4.000 Mhz. Polarización horizontal.

·         Eutelsat 5 West A: frecuencia 3.727 Mhz. Polarización circular.

·         Galaxy-23: frecuencia 4.191,35 Mhz. Polarización vertical.

 

Radio Exterior de España se oye en Internet, en streaming o en los podcast de toda su programación.

 

Existen además aplicaciones móviles (poner enlace para app de Apple o Android) para aplicaciones móviles, como teléfonos y tabletas.

 

DEUTSCHE WELLE

 
facebook   twitter   fwd  
Feliz 2016!
O ano que passou foi para a Deutsche Welle repleto de desafios e mudanças, e você nos acompanhou durante este tempo. Gostaríamos de aproveitar a oportunidade para agradecer este apoio e dar uma ideia de nossos planos para o futuro.
 
Juntos de olho no futuro
O próximo ano promete ser complexo e rico em novas experiências. Continuaremos acompanhando e analisando os principais acontecimentos mundiais. Nossa cobertura isenta e aprofundada deve ganhar ainda mais espaço nas principais mídias sociais. E encontraremos novos meios para informá-lo de forma mais direta, interessante e efetiva.
 
Novo App da DW
 
Além disso, modificamos e melhoramos nosso App, para que você possa ter acesso a informação em qualquer lugar onde estiver. Se você ainda não faz parte dos mais de um milhão de usuários que já utilizam o App da DW, aproveite e baixe agora.

Gostaríamos de agradecer pelo apoio e lealdade e desejar-lhe um feliz e próspero 2016!

Equipe DW Brasil

feedback.brazilian@dw.com
dw.com/brasil

 

 

Correio dos Ouvintes se despede após 30 anos no ar

Correio dos Ouvintes se despede após 30 anos no ar
 
Foto: Adriana de Freitas

 

Nosso programa Correio dos Ouvintes chega ao fim após três décadas de existência. Hoje, vamos conversar com os ouvintes que marcaram a emissão participando com a gente. Seja por meio de cartas, emails, telefonemas ou pela participação em concursos, sem esquecer os contatos ao vivo nos estúdios, nos domingos à noite.

 

Com os ouvintes do Correio, fomos passear em lugares inimagináveis. De barco, chegamos até a Indonésia com o ouvinte Hazairin Junep, que mora em Yogyakarta, e criou um museu dedicado ao Deximos assim como uma biblioteca sobre seu hobby. Esse trabalho pode ser visto na página do Facebook de Junep.

 

adxb.com.br

 

Neste último encontro conversamos com o Jailton Amaral, que é o presidente daAssociação DX do Brasil, antigo Santa Rita DX Clube. Com mais de 20 anos de existência, esse clube sempre promoveu a escuta das Rádios Internacionais e fez a ligação entre elas e seus ouvintes. Também sempre foi costume do clube a realização de uma pesquisa anual das audiências entre os ouvintes de rádios internacionais, denominada Pesquisa DX, onde se escolhe a melhor emissora, o melhor noticiário, o melhor programa de Ouvintes. Tivemos o prazer de fazer parte das emissoras preferidas em ondas curtas.

 

Jailton Amaral30/11/2015Ouvir

 

Além dos ouvintes masculinos, também tivemos ouvintes mulheres que marcaram este programa. Em Salvador, na Bahia, temos a Graziela de Uzeda que gostava muito quando falávamos de eventos brasileiros na França. Ela nos escrevia todos os meses e, quando podia, enviava nas suas cartas recortes de reportagens sobre eventos franceses no Brasil. Esta troca durou por mais de 25 anos. Não só nos escuta como também veio nos visitar.

A Graziela de Uzeda junto com a antiga equipe do serviço brasileiro da RFI. Da direita para esquerda: Milton Blay, Graziela Uzeda, Stella de Barros e Maria Emilia Alencar (primeiro-plano).G. Uzeda

 

Outra ouvinte dos nossos programas, a Cleia de Luna Freire acompanha nossas transmissões em Teresópolis, no Rio de Janeiro. Como a  Graziela, recebemos a visita dos ouvintes o Edson Rabassi, nosso ouvinte paulista de Osasco. Também tivemos o prazer de conhecer Severino Cassiano, de Pernambuco, e, por último, Sérgio Goulart, do Rio Grande do Sul.

Em São João Evangelista, Minas Gerais, quem nos escutava era o Leônidas dos Santos Nascimento. Para nos acompanhar, ele sempre baixa os programas diretamente do nosso site.

Leonidas dos Santos Nascimento27/11/2015Ouvir

 

Com quase 30 anos de escuta, o Cassiano Alves Macedo produz e apresenta o programaEncontro DX pela Rádio Aparecida. Este programa de rádio em português é o mais antigo dedicado ao mundo do dexismo e das ondas curtas.

Cassiano Alves Macedo30/11/2015Ouvir

Os ouvintes sempre gostavam de receber lembranças da RFI, brindes como camisetas, bonés, chaveiros e agendas, em resposta às suas cartas. Mas também tínhamos aqueles que nos presenteavam como era o caso do ouvinte José Carlos de Almeida Ferreira, que nos acompanhava de Taubaté. Toda a redação teve o prazer de receber lindos minicalendários enviados por Ferreira.

 

José Carlos de Almeida Ferreira 29/1127/11/2015Ouvir

 

Tivemos ouvintes de todas as idades. Entre eles, alguns gostavam muito que seus nomes fossem citados na nossa programação a cada primeiro domingo do mês, relembrando seus aniversários. Um deles foi o Osias Oliveira Bispo, que nos acompanhou desde sua adolescência em Jequié, na Bahia. O que surpreendia nos seus mails era que o próprio endereço tinha relação com o programa:

Osias Oliveira Bispo27/11/2015Ouvir

 

No Mato Grosso do Sul, tivemos o prazer de ter um autor e compositor como ouvinte: Laércio Lemos, que nos acompanha há mais de 20 anos.

 

Laércio Lemmos do Mato Grosso do Sul30/11/2015Ouvir

 

Por fim, vamos ouvir o Joacir Nunes, de Porto Alegre, ouvinte assíduo durante todo este tempo. Ele sempre participou ao vivo dos nossos programas, seja para homenagear o dia da árvore ou para deixar uma mensagem de boas festas a todos os ouvintes da RFI no final do ano.

Joacir Pedro Nunes30/11/2015Ouvir

Agradeço a todos vocês por esses momentos que passamos juntos. Foi uma experiência maravilhosa feita de descobertas e encontros. O Correio dos Ouvintes foi, sobretudo, uma verdadeira ligação afetiva com cada um dentre vocês ouvintes da RFI. Obrigada pela escuta!

 


Ações visam cassar licenças de rádio e TV de 40 congressistas

Segunda-feira, 23 de novembro de 2015 - 12h25

O Ministério Público Federal, por meio de suas sedes estaduais, promete desencadear ações contra 32 deputados federais e oito senadores que aparecem nos registros oficiais como sócios de emissoras de rádio ou TV pelo país.

Entre os alvos da iniciativa inédita -lançada com aval do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e coautoria do Coletivo Intervozes-, estão alguns dos mais influentes políticos do país, como os senadores Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, Edison Lobão (PMDB-MA), José Agripino Maia (DEM-RN), Fernando Collor de Mello (PTB-AL), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Na Câmara, devem ser citados deputados como Sarney Filho (PV-MA), Elcione Barbalho (PMDB-PA), ex-mulher de Jader, Rodrigo de Castro (PSDB-MG) e Rubens Bueno (PR), líder do PPS na Casa.

No Ministério das Comunicações, todos eles constam como sócios de emissoras.

Baseado em dispositivo da Constituição que proíbe congressista de "firmar ou manter contrato com empresa concessionária de serviço público" (Art. 54), a Procuradoria pedirá suspensão das concessões e condenação que obrigue a União a licitar novamente o serviço e se abster de dar novas outorgas aos citados.

No total, os 40 parlamentares radiodifusores aparecem como sócios de 93 emissoras.

A primeira leva de ações foi protocolada em São Paulo na quinta-feira (19) contra veículos associados aos deputados Antônio Bulhões (PRB), titular de concessões de rádios em Santos, Gravataí (RS), Olinda (PE) e Salvador; Beto Mansur (PRB), com rádios em Santos e São Vicente; e Baleia Rossi (PMDB), vinculado a duas rádios no interior paulista.

Nas peças (ações civis públicas), quatro procuradores e o advogado Bráulio de Araújo, do Intervozes (entidade que milita na área de comunicação), citam o caso do ex-deputado Marçal Filho (PMDB-MS), condenado no STF (Supremo Tribunal Federal) por falsificação do contrato social de uma rádio.

Conforme o acórdão do STF (documento da decisão final), Marçal falsificou papéis justamente para omitir a condição de sócio da emissora. No processo, os ministros Roberto Barroso e Rosa Weber fizeram considerações sobre o artigo 54 da Constituição, o mesmo evocado agora contra parlamentares radiodifusores.

Barroso disse que a norma "pretendeu prevenir a reunião de poder político e controle sobre veículos [...], com os riscos decorrentes do abuso".

Weber afirmou que "há um risco óbvio na concentração de poder político com controle sobre meios de comunicação de massa" e que, sem a proibição expressa na Constituição, "haveria risco de que o veículo, ao invés de servir para o livre debate e informação, fosse utilizado apenas em benefício do parlamentar".

Ela lembrou ainda que "tal distorção" foi reconhecida pelo próprio ex-deputado Marçal no processo, quando afirmou que resolveu virar sócio da rádio em seu Estado porque "não teve mais espaço em empresas controladas por seus adversários políticos".

CONFLITO

Outro argumento das ações da Procuradoria é o do conflito de interesses. Os procuradores lembram que cabe ao Congresso apreciar atos de outorga e renovação de concessões. Conclui então que congressistas radiodifusores "estarão propensos" a votar sempre pela aprovação para não prejudicar futuras análises de seus processos.

As peças citam uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de 2011 que deu aval a 38 concessões e 65 renovações em apenas três minutos e com só um deputado presente. Citam ainda casos de políticos que votaram na aprovação de suas próprias outorgas ou renovações.

Bráulio de Araújo afirma que, no futuro, também poderá entrar com ações contra políticos que escondem a propriedade de rádios e TVs em nome de parentes ou laranjas.

Nessa primeira leva, só serão acionados veículos que têm o próprio parlamentar no quadro societário.

Além dos processos da Procuradoria, uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental sobre o tema está sendo formulada para ser levada ao STF. Nesse tipo de ação, os ministros não são provocados a condenar ou absolver casos individuais, mas a analisar a situação em geral à luz da Constituição.

Fonte: Folha de São Paulo

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Apresentador de programa brasileiro fala sobre as ondas curtas

Segunda-feira, 16 de novembro de 2015 - 02h21

Co-produtor e apresentador Cassiano A. Macedo
Cassiano Alves Macedo, Co-produtor e apresentador do programa Encontro DX - Foto: arquivo pessoal

Cassiano Macedo escuta a Voz da América desde a década de 60.

Cassiano A. Macedo, de 63 anos, é co-produtor e apresentador do programa Encontro DX, o mais antigo programa de rádio dedicado ao mundo das ondas curtas no Brasil.

Há 29 anos o programa vai ao ar todos os sábados às 19 horas na Rádio Aparecida. Para quem não tem um aparelho de rádio para ouvir as emissões em ondas curtas pode acompanhar o programa pela internet através do site www.a12.com

Além de estar envolvido com o programa de rádio, Macedo trabalha como professor na rede municipal de São Paulo no projecto Nas ondas do Rádio.

"É um projecto que procura orientar as crianças de 7 a 14 anos a produzirem programas de rádio pela internet". Para saber mais, confira a entrevista na íntegra.

Escute a entrevista em http://www.voaportugues.com/content/apresentador-de-programa-brasileiro-fala-
sobre-as-ondas-curtas/3056213.html

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REE, esquema B15

Publicado el  por  - septiembre 28, 2015 
REE

Según la dirección de REE ha comunicado a la Plataforma en Defensa de la Onda Corta en Radio Exterior de España, de la que la AER es cofundadora, ya se ha hecho el estudio de las frecuencias más adecuadas para el próximo periodo de otoño-invierno B15. Así pues, a partir del 25 de octubre de 2015, con el cambio de hora, las nuevas frecuencias más adecuadas y que ya se han registrado en los organismo internaciones, serán las siguientes:

De lunes a viernes 2000-2400 HOE (1900-2300 UTC)

  • 11530 para África, Atlántico Occidental y el Sur;
  • 15390 para América del Sur;
  • 9690 para América del Norte y Groenlandia;
  • 15500 para el Índico, Oriente Medio y Gran Sol.

Los sábados y domingos 1600-2400 HOE (1500-2300 UTC)

  • 15390 para América del Sur;
  • 9690 para América del Norte y Groenlandia;
  • 15500 para Oriente Medio, Índico y Gran Sol.

Los sábados y domingos para África y Atlántico Sur.

  • 1600-2000 HOE (1500-1900 UTC) en 17755
  • 2000-2400 HOE (1900-2300 UTC) en 11530

HOE= Hora oficial de la España peninsular

------------------------------
Pedro Sedano, Madrid, España
COORDINADOR GENERAL
coordinador@aer-dx.es
------------------------------
ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE RADIOESCUCHA (AER)
http://aer.org.es/
general@aer.org.es 
twitter @aer_dx
------------------------------
La ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE RADIOESCUCHA (AER) es miembro de pleno derecho del Consejo Europeo de Diexismo, EDXC; además de miembro fundador de la 'Plataforma en Defensa de la Onda Corta en Radio Exterior de España'; está inscrita en el Registro Nacional de Asociaciones, Sección Primera, con el número 53.079 y su N.I.F. es G79558557. Dirección postal: Apartado 10014, 50080 ZARAGOZA, España.


Ouvinte brasileiro fala sobre o hobby de ouvir emissoras internacionais

Segunda-feira, 24 de agosto de 2015 - 23h51

Jailton C. Amaral
Jailton C. Amaral, Coordenador da Associação DX do Brasil - Foto: arquivo pessoal

Jailton C. Amaral, de 41 anos, trabalha como técnico de contabilidade na região metropolitana de João Pessoa, capital da Paraíba, Brasil.

Nas horas vagas gosta de ouvir emissoras internacionais em ondas curtas e onda média, um hobby conhecido como dexismo.

Amaral é coordenador da Associação DX do Brasil, que possui 140 membros espalhados pelos 26 Estados brasileiros, bem como em Macau, Uruguai e Argentina.

​Sobre o significado das letras D e X, ele explica que a letra D vem de "distância", e o X significa "incógnita", porque ninguém sabe onde está a emissora.

O dexista explica que a associação promove encontros entre os membros para escutar as emissões das rádios.

Além disso, a associação dá dicas de antenas, informa as últimas frequências das emissoras e ensina como fazer um relatório de recepção.

Amaral escuta a Voz da América há 27 anos.Chegou a ouvir as emissões de ondas curtas do Serviço Brasileiro, extinto há muito tempo.

Entre os vários jornalistas que trabalhavam para aquele serviço lembra-se de Luiz Edmundo e Nara Ferreira.

Confira a entrevista na íntegra.

Fonte: http://www.voaportugues.com/content/ouvinte-brasileiro-fala-sobre-o-hobby-de-ouvir-emissoras-internacionais/2926701.html 

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Américo Martins é o novo diretor-presidente da EBC

Quinta-feira, 13 de agosto de 2015 - 18h04

Diretor-presidente da EBC, Américo Martins
Novo diretor-presidente da EBC quer consolidar a relevância da empresa na sociedade - Antônio Cruz/Agência Brasil

O jornalista Américo Martins foi nomeado pela presidenta Dilma Rousseff para o cargo de diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O decreto com a nomeação foi publicado hoje (13) no Diário Oficial da União.

Américo Martins assumiu em fevereiro deste ano a diretoria-geral da EBC e ocupava a presidência interina da empresa, no lugar do ex-presidente, Nelson Breve, nomeado em 3 de agosto secretário de Imprensa da Presidência da República.

Ao falar sobre seus planos à frente da EBC, Américo disse que pretende consolidar a relevância da empresa na sociedade, por meio da ampliação da audiência. “Toda a EBC tem de ocupar um espaço maior de audiência e influência, aí compreendidas a TV Brasil, a Agência Brasil, o nosso sistema de rádios, portais e outros serviços de comunicação em diversas plataformas.”

Depois de ressaltar que pretende desenvolver em sua gestão linha editorial equilibrada, isenta, independente e plural, Américo Martins disse que seguirá o modelo da BBC, emissora pública de comunicação do Reino Unido, onde trabalhou por 13 anos.

“A Agência Brasil é fundamental para nós, é um dos grandes canhões que temos para atingir boa parte da população, seja pelos nossos meios diretos, seja por meio do material reproduzido em outros veículos”, acrescentou.

Sobre a melhoria da audiência da TV Brasil, o novo presidente da EBC disse que o veículo tem de buscar protagonismo na comunicação e debater temas importantes para o país. “Temos que, realmente, fazer mais programas, sermos plurais: promover debates, investir no esporte, que acabou virando nicho de mercado da televisão aberta e também está muito concentrado na televisão a cabo.”

Américo pretende aumentar a produção de programas e eventos transmitidos ao vivo na TV Brasil e enriquecer a grade de programação com debates sobre temas da atualidade. E antecipa: “Em breve, vamos anunciar uma grande surpresa na programação infantil.”

O novo presidente também tem planos para as emissoras de rádio da empresa. "Precisamos revitalizar nossas rádios e vamos criar uma nova rede nacional de rádios públicas. Além disso, precisamos resgatar a Rádio Nacional, uma das maiores marcas do mercado de rádio no país."

Formado em jornalismo pela Universidade Metodista de São Bernardo do Campo, Américo Martins, de 47 anos, é mestre em teoria política e pós-graduado em economia pelo Birkbeck College, da Universidade de Londres e também mestre em jornalismo internacional pela City University de Londres. Antes de chegar à EBC, foi superintendente nacional de Jornalismo e Esportes da Rede TV. Entre 2006 e 2010, foi editor executivo da BBC de Londres, onde administrou todos os departamentos que operam no continente americano. Também foi diretor da BBC Brasil de 2002 a 2006, quando respondia pelo conteúdo da instituição, em português, para o Brasil.

Fonte: Agênca Brasil, via Associação DX do Brasil

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Ouvinte brasileiro produz documentário sobre as ondas curtas

Segunda-feira, 10 de agosto de 2015 - 17h34

Danilo Nonato
Danilo Nonato

Danilo Nonato, de 29 anos, é apaixonado por rádio, principalmente pelas emissões das rádios internacionais. Trabalha como produtor multimídia na Rádio da Universidade Federal de Ouro Preto, MInas Gerais, Brasil.

Recentemente Nonato produziu o documentário SHORTWAVES - Radiodifusão em Ondas Curtas: um sonho que atravessa gerações.

A obra, que tem duração de 16:42 minutos, contém reportagens consagradas, como a narração da chegada do homem à Lua feita pelo radialista do Serviço Brasileiro da Voz da América Pedro Kattah, bem como imagens lindíssimas do nosso planeta cedidas pela NASA.

Nonato explica: "A ideia é mostrar o papel das emissoras, a formação dessas emissoras. A Voz da América, a BBC de Londres e outras inúmeras emissoras, elas tiveram papel decisivo para a formação de bons profissionais no Brasil, na área de jornalismo, produção cultural e na área da música."

O produtor multimídia ainda destaca mais dois benefícios que as rádios internacionais oferecem aos ouvintes: o acesso a outras culturas e o acesso a outros povos.

Confira abaixo a entrevista com o produtor multimídia Danilo Donato bem como assista ao documentário produzido pelo mesmo:

Fonte: http://www.voaportugues.com/content/ouvinte-brasileiro-produz-documentario-sobre-as-ondas-curtas/2905327.html

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Pressão sobre BBC reflete debate global sobre emissoras públicas

Terça-feira, 04 de agosto de 2015 - 15h07

BBC
A BBC está em negociações para a renovação de sua concessão

O governo britânico vem causando um grande debate no país sobre o futuro da BBC ao propor mudanças na programação e no modelo de financiamento da emissora pública.
A Royal Charter (Carta Real), documento que regula as operações da BBC, está em processo de renegociação - o que ocorre a cada 10 anos - e o governo abriu um processo de consulta pública, sob a coordenação do ministro da Cultura, John Whittingdale.
Whittingdale chegou a descrever a emissora pública de rádio, TV e internet como "inchada". O governo quer que a corporação, inteiramente financiada com dinheiro público através de uma taxa anual paga por cada domicílio que possui pelo menos uma TV, se concentre mais nas funções de 'informar' e 'educar' - e menos na de 'entreter'.
Ele questiona, por exemplo, se a BBC TV deveria fazer programas voltados para entretenimento como Strictly Come Dancing (que inspirou o Dança dos Famosos) ou conhecidos seriados como Sherlock ou Dr. Who.
O governo alega que programas como estes podem ser feitos por emissoras comerciais - que, por sua vez, alegam que a BBC compete em condições de desigualdade com a concorrência.
Outra preocupação é com a enorme força da BBC na internet; competidores reclamam que o domínio dela na área de notícias se equipara ao de um monopólio. Allistair Heath, editor-assistente do jornal britânico The Daily Telegraph, argumenta que o website de notícias da BBC, em inglês, por exemplo, pode ser considerado subsidiado pelo governo.
A BBC tem uma audiência massiva em TV, rádio e internet. Mais de 308 milhões de pessoas acessam algum de seus serviços semanalmente. A conta de provê-los é majoritariamente paga pelo contribuinte britânico - cerca de 40 centavos de libra (cerca de R$ 2,10) por dia de cada domicílio no país.

AFP
O premiê australiano, Tony Abbott, queixou-se abertamente da emissora pública ABC

A taxa, conhecida como licence fee, é cobrada de todos os domicílios que possuem um aparelho de TV, independentemente de aspectos como renda familiar, o que também desagrada o governo - que propôs que a corporação arcasse com os custos da taxa paga por pessoas com mais de 75 anos.
O setor privado sugere que a licence fee desse lugar a uma espécie de assinatura voluntária dos serviços da BBC, nos moldes do Netflix.
As ideias do ministro da Cultura, formuladas em um green paper (rascunho de proposta governamental a partir do qual o tema é discutido) submetido à consulta pública, causaram ampla discussão no país.
Pesquisas e comentários na internet sugerem que muitos veem a BBC como inchada, mas muitos querem também que a BBC continue fazendo o que faz do jeito que faz - ou seja, não querem as mudanças propostas pelo governo.
Para onde vai o modelo de emissora pública?
Seja como for, é provável que a nova Charter da BBC tenha repercussões mundo afora; a BBC sempre foi vista como modelo de emissora bancado com recursos públicos, com o aval do governo, mas crucialmente mantendo linha editorial independente da influência do governo.
E não é só no Reino Unido que o modelo causa discussão acalorada, seja pelo seu financiamento, seja por sua função ou mesmo sua linha editorial. No Canadá, um comitê do Senado publicou recentemente um estudo sobre sua empresa pública de mídia, a CBC. Intitulado A Hora da Mudança, o documento traz 22 recomendações.
Na Austrália, o governo do premiê Tony Abbott está "em guerra" contra a ABC - pelo menos de acordo com as manchetes. Ministros já pediram cortes nas verbas e mesmo Abbott criticou abertamente decisões editoriais.
Criada em 2007 com a promessa de se tornar uma verdadeira TV pública independente, nos moldes da BBC, a TV Brasil ainda sofre com a baixa audiência aliada às acusações de dependência financeira do governo.
A TV Brasil é financiada em parte pela Contribuição para o Fomento da Radiodifusão, imposto cobrado de empresas de telecomunicações, mas grande parcela de seu orçamento de R$ 500 milhões anuais depende de repasses diretos do governo.
Damien Tambini, especialista em políticas de mídia da London School of Economics, lembra que já houve casos em que governos restringiram deliberadamente o alcance de conglomerados públicos de mídia para dar mais equilíbrio nas relações com operadores comerciais. Um caso foi o do governo japonês com a TV estatal NHK.

AFP
No Canadá, pesquisas mostraram rejeição a cortes no orçamento da CBC

No entanto, há quem argumente que o alcance de serviços públicos precisa ser amplo para garantir acesso à toda população, especialmente em um sistema com cobrança compulsória. "O grande lance de você ter um serviço público de mídia é que ele funciona como um forma de entretenimento, informação e educação que não é determinada por anunciantes ou interesses do governo. É determinado pelo que a audiência quer", explica Robin Lustig, jornalista e ex-apresentador do Serviço Mundial da BBC.
E as estatísticas parecem mostrar que o público é simpático aos serviços públicos. Em 2013, uma pesquisa no Canadá mostrou que 80% da população se opunha a cortes no orçamento da CBC.
"As pessoas que querem diminuir a influência dos serviços públicos são ou as que não estão ganhando tanto dinheiro quanto queriam ou são governos que querem exercer mais controle sobre o que está sendo dito", completa Lustig, numa referência à independência editorial da BBC, que frequentemente causa atritos com autoridades britânicas.

Fonte: BBC Brasil, via Associação DX do Brasil

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R.R. Soares compra a Rádio Estadão

Segunda-feira, 18 de maio de 2015 - 15h43

O líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, R.R. Soares, durante culto em 2004

Conforme informou nesta segunda-feira (18) o jornalista Anderson Cheni em seu blog, o Grupo Estado fechou a negociação de uma de suas emissoras de rádio para o missionário R. R. Soares.

Assim, a rádio Estadão (AM/700 Khz), já na próxima segunda-feira (25), passa a ser Nossa Rádio, voltada para o segmento gospel. Por sua vez, a programação da Estadão seguirá no canal em FM 92,9 Mhz.

O Grupo Estado, representado pelo escritório de assessoria de Lúcia Farias, informa que até o momento ainda não tem uma posição oficial sobre o assunto. E que esta manifestação deverá ocorrer, mais tardar, até a manhã desta terça-feira.

Por parte da Igreja Internacional da Graça de Deus, a negociação é dada como certa, inclusive com intensa divulgação do assunto nas emissoras de rádio e televisão, que transmitem a programação da igreja.

Detalhe operacionais, sobre mudanças de estúdios e melhorias técnicas, inclusive troca de transmissores, também já estão em fase de estudos. O valor da negociação não é revelado.

Eis na íntegra a nota do jornalista:

"O Grupo Estado fechou a negociação de uma das suas emissoras de rádio. O histórico e marcante prefixo dos 700 Khz, que já foi Rádio Eldorado e hoje é Rádio Estadão dará lugar a Nossa Rádio, emissora do segmento Gospel que pertence ao Missionário R.R.Soares, líder da Igreja Internacional da Graça de Deus. A estreia da emissora em seu novo prefixo já foi confirmada pela próprio Missionário para a próxima segunda-feira dia 25/05. A partir dessa data, a programação da Rede Nossa Rádio estará simultaneamente na FM 106.9 e neste novo canal em amplitude modulada. O Grupo Estado ainda não se pronunciou oficialmente a respeito da negociação.

Fundada em 4 de janeiro de 1958, a Rádio Eldorado marcou época no jornalismo da cidade de São Paulo, aos poucos a falta de investimento na emissora, má administração e parcerias que não deram resultados esperados foram fundamentais para a família Mesquita tomar a decisão da negociação. Lembrando que a identidade da emissora foi mudada algumas vezes, com a mudança de nome para Eldorado/ESPN - Estadão/ESPN e Estadão que segue com sua programação no canal em FM 92,9 Mhz."

Fonte: UOL, via Associação DX do Brasil

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Paulo Machado de Carvalho Neto é eleito presidente da Aesp

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 - 14h58

Resultado de imagem para Paulo Machado de Carvalho Neto

O diretor da Rede Jovem Pan, Paulo Machado de Carvalho Neto, conhecido como “Paulito”, foi eleito presidente da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo (AESP) em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira, 14, na capital paulista. Paulito substituiu o atual presidente da AESP, Rodrigo Neves, que presidiu a associação por dois mandatos consecutivos. Candidato único, o nome de Paulito foi aprovado por aclamação para prosseguir com os atuais trabalhos conduzidos pela entidade, com destaque para as ações relacionadas à migração das rádios AM para a faixa FM, flexibilização da Voz do Brasil, integração entre as entidades do setor, e convênios que beneficiam a radiodifusão. Paulito já atuava como um dos diretores executivos da Aesp. O radiodifusor, que chegou a presidir a Abert entre 2000 e 2004, será empossado no dia 29 de junho. João Monteiro de Barros Neto, o atual vice-presidente, vai permanecer na função no próximo mandato.

Fonte: ABERT, via Associação DX do Brasil

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Aluguel de programação para igreja causa suspensão de rádio de SP

Domingo, 26 de abril de 2015 - 02h00

Na ordem: casa que abriga rádio em São José dos Campos, antena em Mogi das Cruzes e casa que sedia o estúdio, em Santana (SP)

Em uma decisão inédita, a Justiça Federal mandou interromper as transmissões da Rádio Vida por alugar a sua programação para uma igreja evangélica.

A juíza federal Flávia Serizawa e Silva também determinou o bloqueio dos bens do ex-deputado Carlos Apolinário, dono da emissora, e do pastor Juanribe Pagliarin, líder da Comunidade Cristã Paz e Vida, que arrendava a rádio. Cabe recurso.

Trata-se da primeira decisão judicial em uma ofensiva movida pelo Ministério Público Federal contra o milionário mercado de aluguel de emissoras - uma prática disseminada pelo país, mas vetada pelo Código Geral das Telecomunicações, que proíbe o arrendamento de emissoras de rádio e TV, que são concessões do poder público.

Embora a decisão sea de 27 de março, a rádio continuava em operando normalmente na frequência 96,5, até a semana passada, porque ainda não havia sido notificada. O bloqueio das contas bancárias foi efetivado porque a juíza incluiu os dados do ex-deputado e do pastor no sistema do Banco Central.

Há pelo menos quinze emissoras de São Paulo que adotam a prática, segundo a Folha apurou. De acordo com um dos contratos anexados aos autos, a Rádio Vida foi alugada por R$ 300 mil por mês entre janeiro de 2009 e dezembro de 2013 - R$ 18 milhões em cinco anos.

No ano passado, o aluguel foi reajustado para R$ 480 mil. Mas a parceria entre o pastor e o ex-deputado chegou ao fim em março de 2014, depois que as transmissões foram interrompidas e os equipamentos de transmissão lacrados no curso de uma outra ação que corre na Justiça Federal de Mogi das Cruzes (SP).

Um componente fundamental para aumentar as receitas de aluguel de rádios é a "paulistanização" das emissoras - uma série de estratagemas que persistem transformar pequenas concessões de alcance limitado no interior em potências da radiodifusão na capital.

De acordo com a ação civil pública movida pelo procurador Jeferson Aparecido Dias com foco no aluguel da emissora, a Rádio Vida ampliou, sem autorização da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), de 30 kW para 100 kW sua potência de transmissão.

Fonte: Folha de S. Paulo, via Associação DX do Brasil

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Noruega vai acabar com rádio FM em 2017

Segunda-Feira, 20 de abril de 2015 - 10h04

A Noruega será o primeiro país do mundo a acabar inteiramente com o rádio FM. A partir de janeiro de 2017 o país fará uma transição para o Digital Audio Broadcasting (DAB) que passará a ser o padrão adotado em todo o
território.

"Os ouvintes terão acesso a um conteúdo mais diversificado e pluralista, e vão desfrutar de uma qualidade de som melhor e com novas funcionalidades", explica o ministro da cultura Thorhild Widvey. "A digitalização também vai melhorar muito o sistema de preparação para emergências, facilitar o aumento da concorrência e oferecer novas oportunidades para a inovação e desenvolvimento".

O DAB norueguês está disponível desde 1995 e em 2007 foi disponibilizada uma versão de transmissão aprimorada, o DAB+. Juntos, os padrões oferecem atualmente 22 canais e a capacidade de mais 20. A FM, por sua vez, oferece apenas 5. O custo de transmissão do novo formato é também 8 vezes mais barato do que o da FM.

De acordo com o Ministério da Cultura, caberá às emissoras de rádio escolher entre DAB e DAB+ nas transmissões. Outros países da Europa e do Sudeste da Ásia também estão considerando substituir a FM pelo DAB, mas nenhum outro país confirmou os prazos.

Fonte:  Site TheVerge, através da Associação DX do Brasil

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Rádio ainda é o meio preferido dos brasileiros para ouvir música

Sexta-Feira, 27 de março de 2015 - 15h33

Rádio ainda é o meio preferido dos brasileiros para ouvir música

O rádio é ainda o meio preferido pelos brasileiros para ouvir música. Segundo a pesquisa da Opinion Box, elaborada a partir de encomenda dos serviços de streaming Deezer, Google Play Music, Napster, Rdo e Spotify –
empresas que compõem o Comitê de Desenvolvimento da Música Digital no Brasil –, 76,4% dos entrevistados apontaram o rádio como o meio predileto para escutar música. Logo após, aparecem as plataformas de vídeo online (73,7%), MP3 (72,8%), CD (60,1%), televisão (48,2%), streaming (28,2%) e vinil (8,2%).

Apesar de menos acessados em relação a outros serviços, os streamings de música estão se tornando mais conhecidos. Entre os mais familiarizados com tecnologia, 56,5% disseram conhecer o segmento; 40,9% disseram usar o serviço todo dia ,e 40,6%, ao menos uma vez por semana. A pesquisa também mostrou que a pirataria de música é 31% menor entre os usuários de streaming em relação a quem não usa os serviços.

O local em que os brasileiros mais ouvem música é a própria casa, que recebeu 78,8% das menções. Trabalho (33,7%), trânsito (33,6%), academia (28,8%), estudo (21,4%) e festa (13,7%) também são locais e situações em que a música está presente.

O levantamento ouviu 1.112 pessoas acima de 18 anos e de todos os estados brasileiros. Foram 690 homens e 503 mulheres.

Fonte:  Site da coletiva.net, através da Associação DX do Brasil

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SEGUNDA-FEIRA, 2 DE MARÇO DE 2015

Declaração MIL sobre a RDP Internacional (RDPi)

 
Correspondendo a diversas solicitações que nos chegaram, dirigimos publicamente um apelo no sentido de que a RDP Internacional (RDPi) se mantenha, como até agora, um canal lusófono por excelência, no seu papel determinante na expansão da língua, enquanto elo entre os lusófonos no mundo e veículo de difusão da nossa cultura comum.
Este apelo alicerça-se num conjunto de factos que repudiamos: por exemplo, o forte encurtamento dos noticiários diários e o abandono dos noticiários à hora certa – o que implica que as rádios lusófonas no mundo que os retransmitem fiquem impedidas de ter acesso em tempo útil à informação difundida pela RDPi.
Apelamos também a que os noticiários da RDPi tenham em conta a diferença horária nos vários continentes e respeitem a frequência adequada, apenas com o máximo de duas ou três horas de espaço entre si – é inadmissível que, depois do noticiário das 24h, só volte a ocorrer outro às 9h. Sabemos que, desde o dia 12 de Janeiro, já não há síntese noticiosa às 7h25 nem a revista de imprensa diária, que estava atenta ao que os jornais de todo o país (regiões autónomas incluídas) escreviam sobre a diáspora e o mundo da lusofonia.
Sobre os meios a utilizar para fazer chegar os conteúdos da RDPi, consideramos igualmente necessário repensar o fim da Onda Curta, seguindo, neste caso, o exemplo de Espanha, que, dados os protestos dos ouvintes, decidiu mantê-la, de modo a ir ao encontro dos falantes da língua castelhana no mundo – os quais, saliente-se, não estão tão dispersos quanto os lusófonos, que se espalham pelos 5 continentes.
As emissões de rádio por Onda Curta, ao contrário do que alguns dizem, não são um meio obsoleto ou com falta de qualidade. Conforme a potência dos emissores e a direcção das antenas, muitas dessas emissões têm grande qualidade – basta ter um receptor com essas bandas, para o constatar. Igualmente ao contrário do que se diz, a Onda Curta não é um meio caro e com manutenção dispendiosa, sendo inclusive menos falível do que a distribuição da RDPi nas redes de satélites, cabo, DTH e internet, dado que esta falha de todo se houver um problema na emissão do sinal que a sustenta.
Uma vez mais, por uma verba relativamente pouco avultada (o CEOC, Centro Emissor de Ondas Curtas, tinha um custo anual pouco superior a meio milhão de euros), o Estado Português põe em causa instrumentos fundamentais para a difusão da nossa Língua e Cultura, evidenciando a sua falta de visão estratégica. Há investimentos que podem não ter retorno imediato, mas que, nem por isso, são prescindíveis. Como não nos cansamos de defender, a difusão e a sedimentação da língua portuguesa no mundo constituem a mais sólida garantia do nosso futuro comum.

 
MIL: Movimento Internacional Lusófono | MIL_Portugal

 

Entrevista: Paulo Giovanni, ex-Rádio Globo, fala sobre Dia Mundial do Rádio

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Paulo Giovanni. Foto: Arquivo pessoal

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

Paulo Giovanni começou a carreira cedo como contínuo na Rádio Imperial de Petrópolis. Era um funcionário mirim. Na lista de atribuições estavam entregar as correspondências aos comunicadores da emissora, atender telefone e fazer o que fosse preciso na assistência de rádio.

Mas a primeira vez que o menino de pouco menos de 16 anos viu o microfone e um apresentador em ação, algo aconteceu: "…Tinha um locutor chamado S. Borges e na hora do almoço eu ficava conversando com ele. E eu falava:  Borges deixa eu dar a hora. (…) Eu quero aprender, eu quero ser radialista", lembra.

Pioneirismo

Após alguma hesitação, S. Borges decidiu dar a tão buscada chance ao adolescente, e Giovanni, nervoso, leu a hora errada. "Eu falei", diz ele com a voz impostada, "em Petrópolis, cinco para uma", para o desespero do apresentador veterano que conferia no relógio a hora certa: uma e cinco.

Giovanni ri da história até hoje. Mas se o começo da carreira foi marcado por 10 minutos de atraso, o resto da empreitada registrou sinais de precocidade e pioneirismo. Aos 18 anos, ele saía de Petrópolis para o centro do Rio de Janeiro para estrear um programa com seu nome na Rádio Tupi AM, uma das emissoras mais importantes do mercado até hoje.

Logo depois, recebia um convite de um dos maiores homens de rádio na época, Mário Luiz, para apresentar o show Paulo Giovanni na Rádio Globo AM, e tudo isso com pouco mais de 21 anos de idade. Era o mais jovem comunicador da emissora ao lado de nomes consagrados como Haroldo de Andrade  e Luiz de França. Um time respeitado que também acolheu Gilberto Lima, Waldir Vieira e outros radialistas globais.

Paulo Giovanni. Foto: Arquivo pessoal

Hoje, Paulo Giovanni afirma que o rádio mudou, o que para ele é "bom e natural." Mas segundo o radialista que migrou para o campo da publicidade e propaganda, o veículo continua sendo importante na hora de anunciar um produto, o que é comprovado nas tabelas de venda da agência de propaganda Leo Burnett Tailor Made, presidida por Giovanni.

Ali, ele exibe uma série de prêmios internacionais como os "leões de ouro" do Festival de Cannes, na França, e uma carteira de clientes internacionais como a Disney e a Fiat.

Mas para o publicitário Paulo Giovanni, nada disso seria possível não fosse aquele começo de carreira na Rádio Imperial e todo o aprendizado que obteve na maior lição tirada do veículo: "o saber se comunicar" usando a magia do rádio.

Fonte: Site da Rádio da ONU

 

 

 

 

 

 

 

 



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